segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

A VIDA EXIGE MUITO MAIS COMPREENSÃO DO QUE CONHECIMENTO

No Curso de Medicina, o professor se dirige ao aluno e pergunta:
- Quantos rins nós temos?
- Quatro!
- Responde o aluno.
- Quatro?
- Replica o professor, arrogante, daqueles que se comprazem em tripudiar sobre os erros dos alunos.
-Traga um feixe de capim, pois temos um asno na sala.
- Ordena o professor a seu auxiliar.
- E para mim um cafezinho!
- Replicou o aluno ao auxiliar do mestre.
O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala.
O aluno era, entretanto, o humorista Aparício Torelly Aporelly (1895-1971),
mais conhecido como o "Barão de Itararé".
Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre:
- O senhor me perguntou quantos rins "nós temos"? "Nós" temos quatro: dois meus e dois teus.
Tenha um bom apetite e delicie-se com o capim.

A vida exige muito mais compreensão do que conhecimento!
Ás vezes as pessoas, por terem mais um pouco de conhecimento
ou acreditarem que o tem, se acham no direito de subestimar os outros...
E haja capim!!




quinta-feira, 8 de novembro de 2007

VIVENDO E APRENDENDO

Lá estava eu com minha família, em férias, num acampamento isolado e com carro enguiçado. Isso aconteceu há 5 anos, mas lembro-me como se fosse ontem. Tentei dar a partida no carro. Nada..Caminhei para fora do acampamento e felizmente meus palavrões foram abafados pelo barulho do riacho.Minha mulher e eu, concluímos que éramos vítimas de uma bateria arriada. Sem alternativa, decidi voltar á pé até a vila mais próxima e procurar ajuda. Depois de uma hora e um tornozelo torcido, cheguei finalmente a um posto de gasolina. Ao me aproximar do posto, lembrei que era domingo e é claro, o lugar estava fechado.. Por sorte havia um telefone público e uma lista telefônica já com as folhas em frangalhos. Consegui ligar para a única companhia de auto-socorro que encontrei na lista, localizada a cerca de 30km dali. - Não tem problema, disse a pessoa do outro lado da linha, normalmente estou fechado aos domingos, mas posso chegar aí em mais ou menos meia hora. Fiquei aliviado, mas ao mesmo tempo consciente das implicações financeiras que essa oferta de ajuda me causaria. Logo seguíamos, eu e o Zé, no seu reluzente caminhão- guincho em direção ao acampamento. Quando saí do caminhão, observei com espanto o Zé descer com aparelhos a perna e a ajuda de muletas para se locomover. Santo Deus ! Ele era paraplégico!!Enquanto se movimentava, comecei novamente minha ginástica mental em calcular o preço da sua ajuda.É só uma bateria descarregada, uma pequena cargaelétrica e vocês poderão seguir viagem, disse-me ele. O homem era impressionante, enquanto a bateria carregava, distraiu meu filho com truques de mágica, e chegou a tirar uma moeda da orelha, presenteando-a ao garoto. Enquanto colocava os cabos de volta no caminhão, perguntei quanto lhe devia. Oh! nada - respondeu, para minha surpresa. - Tenho que lhe pagar alguma coisa, insisti.- Não, reiterou ele. Há muitos anos atrás, alguém me ajudou a sair de uma situação muito pior, quando perdi as minhas pernas, e o sujeito que me socorreu, simplesmente me disse: - Quando tiver uma oportunidade, "Passe isso adiante". Eis minha chance.... Você não me deve nada! Apenas lembre-se: Quando tiver uma oportunidade semelhante, faça o mesmo.... "Somos todos anjos de uma asa só, precisamos nos abraçar para alçar vôo"Bonito, hein?Gostou?Por favor, não agradeça, apenas repasse. (Transcrito por Martha Miss nossa cooperadora).